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TRAVEL GUIDE: PARIS | Ópera Garnier

Este foi um dos último locais que visitei na capital francesa (quase se estejam a perguntar, sim, estou a publicar todos os locais a que fui por ordem quase aleatória!). Adorava ter visto um bailado neste majestoso edifício mas infelizmente não há bailados ou outros espectáculos durante Agosto. Mesmo assim segui a sugestão que a Inês me deu e fui visitar este lugar que suponho que posso chamar de uma pequena amostra de Versalhes. Ambos os edifícios tem semelhanças e características mas a ópera é em escala mais pequena. Para ser sincera está no meu Top 5 da cidade.

Esta é a ópera antiga, a nova fica na zona da Bastilha e comparando com esta não tem gracinha nenhuma. Este é um edifício majestoso com pormenores simpáticos em dourado e com os mais espectaculares compositores de todos os tempos na fachada principal, belos salões, uma sala de espectáculos que nos faz fazer uma ovação de pé só por estarmos no seu interior. É local majestoso como muita história, com tectos fabulosos e pormenores riquíssimos. O tecto da sala de espectáculos é diferente do original (podemos ver uma imitação do original no Museu do Louvre ou mesmo na Ópera Garnier) e foi pintado por Marx Chagall (que é um dos artistas favoritos da minha mãe. Confesso que neste esbelto edifício o tecto pode ser tomado como deslocado já que não tem rigorosamente nada a haver com a arquitectura do edifício mas não deixa de ser belíssimo e colorido. Pude ainda ver a biblioteca da ópera que não tem só livros como pinturas de bailarinas espalhadas pelas paredes e maquetas incríveis dos mais diversos cenários de bailados.

Pelos corredores (que quando estavam às moscas aproveitava para expressar a pequena parte de bailarina que ainda existe em mim) podemos ver os fatos dos bailarinos com a discrição de quem os usou e qual era o bailado que faziam, uns painéis com aquilo que se passava no backstage, cabelo, maquilhagem, acessórios, pinturas corporais, as provas dos fatos..! A Ópera Garnier tem uma loja incrível para os apaixonados pela arte das sapatilhas de pontas, desde candeeiros em forma de bailarinas (adorava ter trazido um comigo, podem ver a beleza deles numa das fotografias abaixo, mas não só não cabiam na mala como eram absurdamente caros, mesmo!), quer dizer era tudo absurdamente caro. Havia desde fatos de bailarinas para as meninas sonhadoras que quando forem grandes querem estar nos grandes palcos do mundo até a CDs com os mais diversos bailados. É um mundo para os apaixonados por ballet e eu ainda não desisti, eu um dia vou assistir a um bailado na Ópera Garnier.














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