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TRAVEL GUIDE: BUDAPESTE | Galeria Nacional Húngara

A minha parceira húngara está quase a chegar e por isso decidi arrumar o assunto de Budapeste antes de a ter debaixo do mesmo tecto. Esta é a última publicação sobre lugares pelos quais me apaixonei e onde criei memórias inesquecíveis na capital húngara, espero que tenham gostado tanto como eu gostei de visitar, escrever e fotografar! No dia em que me deram oportunidade de escolher onde queria ir fui rápida e disse logo que queria ir à Galeria Nacional Húngara cuja a minha mãe já me tinha recomendado se queria ver arte na cidade.

Não vou por obrigação mas sim por gosto a museus de arte e escolhi este essencialmente por ser somente composto por obras de artistas húngaros. Considero que consigo ver Monet, Leonardo da Vinci, Goya, Miró entre muitos outros - que têm obras expostas no Museu de Belas Artes de Budapeste - em quase toda a parte do mundo e por isso decidi entregar-me à cultura húngara e ir pelos seus artistas já que estes são pouco conhecidos e penso que antes nunca tinha visto ao vivo. Ir à Hungria ver artistas que posso ver em todos os museus? Não, conhecer artistas húngaros, a sua arte e a sua história, era isso que eu queria ver e fazer!

A Galeria Nacional Húngara fica num dos pontos mais altos da cidade no castelo de Buda, o que nos dá uma bonita vista sob a cidade. Esta galeria acolhe peças de arte desde a Idade Média até ao século XX e espanta-nos logo que entramos com um quadro gigantesco. Não sou a melhor pessoa para vos falar de arte húngara mas eles retratavam principalmente episódios do quotidiano e cenários históricos e religiosos. É super interessante porque um país reflecte-se também na sua arte e aquilo que acontece é transposto para telas ou é esculpido em pedra.

Fiquei alegremente surpreendida com a secção do impressionismo que se referia aos pintores húngaros que frequentaram a Escola dos Impressionistas de Barbizon - onde estive no verão e que podem saber mais aqui. Também achei super engraçado as caras que nos aparecem nas notas de quinhentos e de mil forints estarem lá representadas!

Não fui muito informada para lá e deixei que a minha parceira e a sua família me guiassem e me explicassem certos cenários - principalmente os históricos - mas reconheci algumas obras como a Woman Dressed In Polka Dots Robe de József Rippl-Rónai e algumas de campos floridos que julgo já ter visto algures. Saí de lá radiante e bem mais rica pois a arte é o reflexo de um povo, de uma cultura e de um país inteiro. Gostei imenso e este foi um dos meus lugares favoritos em Budapeste.









1 comentário:

  1. que post maravilhoso! confesso que gostava de ser melhor a apreciar arte mas adoro ir a museus, não sei bem o que dizer, mas fazem me sentir super inspirada
    super ansiosa para ouvir a cerca da tua experiência com a tua parceira cá em portugal ;)
    beijinhos

    http://umacolherdearroz.blogspot.pt/

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