Custa-me sempre imenso despedir-me de Agosto. Significa que o descanso está quase a terminar, assim como o calor (choramos juntos?) e que já falta pouco para ficar meses e meses de cara nos livros e horas sentada numa cadeira. Agosto é o mês em que não dá para combinar nada porque os amigos estão todos fora. É o mês das feiras, das romarias e dos bailaricos tradicionais. O mês de rever a família e os amigos que procuram uma vida melhor noutro país. Agosto foi os últimos preparativos para Paris e a viagem em si, que amei de coração e que quero muito voltar! Doze dias na cidade das luzes [e arredores] não chegou para conseguir ver tudo. A luz de Paris inspirou-me muito e fez-me querer percorrer cada centímetro da cidade. Dos concertos ao ar livre, a compra de souvenirs, os brindes à família e aos amigos reunidos. Foi um mês de experiências culinárias, de experimentar comida típica de outro país e de outras zonas do nosso. Um mês em que conversei com muitos estranhos nas ruas da capital francesa, em que finalmente pude ler o Harry Potter and The Cursed Child (cuja review já foi publicada!) de ver os Jogos Olímpicos [em francês] e de entrar em guerra com todos os sites que transmitiam o que eu queria ver que nunca davam. Foi o mês em que vi a minha ginasta favorita que costuma ficar em segundo lugar subir ao local mais alto do pódio e isso para mim significou ouro (e para ela também!)! Altura de muitos miminhos de um Spot cheio de saudades e de levar família francesa a Lisboa onde fui uma mini guia turística ao falar de acontecimentos históricos que aconteceram nos sítios onde estávamos. Em Agosto celebrei a medalha da Telma Monteiro e torci por todos os atletas que envergam as nossas cores, recordei Londres e andei em todo o tipo de transportes e mais alguns. Agosto foi vivido com muita paz e muito amor e Setembro espera-me para recomeços, para novas realidades e para a rotina. Volta rápido, Agosto.
TRAVEL GUIDE: BARBIZON | A Escola dos Impressionistas
Barbizon é uma vila a uma hora de Paris que em tempos foi palco de uma revolução artística. Para esta vila vieram vários artistas cansados das ruas e da algazarra da cidade de Paris e decidiram vir para Barbizon, nos arredores de Fontainebleau para pintar a natureza. Nesta vila típica há uma escola de pintura conhecida pelos interessados em arte e que serviu de hospedaria para pintores como o Millet ou o Rosseau. Estes como moeda de troca pela cama onde dormiam, pintavam. Nesta casa coberta de heras podemos ver como era a hospedaria, podemos conhecer o ambiente boémio que se vivia dentro de quatro paredes, ver os objectos que utilizavam, as camas onde dormiam, a cozinha que utilizavam e onde se reuniam para conviver e no andar de cima pudemos observar muitas pinturas dos filhos de Barbizon. Foi nesta terra que foi pintado o quadro Angelus (aqui) do Millet que também representava muito situações do quotidiano e representava alguns camponeses e momentos de trabalho nos campos da França rural. Podemos ver paredes cheias de desenhos e pinturas (que só foram descobertas quando tiraram o papel de parede) e as paletas dos aprendizes de Barbizon. É um local muito giro, muito diferente e muito interessante. Nos dias seguintes em alguns museus de Paris tive a oportunidade de ver quadros inspirados e realizados neste local. Quão incrível é isso?!
Refrigerantes e Canções de Amor
Achei um piadão quando vi o trailer na televisão e pensei mesmo que tinha que ir ver o filme. E fui. Em duas palavras o filme é ternurento mas muito esquisito. É um filme diferente e estava cheia de curiosidade não fosse o Nuno Markl quem escreveu o enredo. Tem um trailer que chama à atenção por ser esquisito e algo nunca antes visto. É uma história de amor muito incomum produzida pela Fado Filmes e com a participação de Lúcia Moniz, Vitória Guerra, Ivo Canelas, Ruy de Carvalho, Sérgio Godinho, Jorge Palma, João Tempera e outras personalidades.
Refrigerantes e Canções de Amor é a história de um duo musical, o Pedro e o Lucas que se separa e tentam continuar carreiras. Enquanto que Pedro tem uma enorme legião de fãs e muito sucesso, Lucas é um artista falhado que compõe musicas para anúncios de refrigerantes. Pedro ficou com tudo e Lucas com nada. Este entra numa espiral negativa que o leva a procurar o amor da sua vida num supermercado onde começa a fazer carrinhologia que é basicamente analisar e perceber como é a pessoa ao olhar para os itens que trazem no carrinho de compras para tentar engatar mulheres. Este descobre que no supermercado há uma rapariga dentro de um fato de dinossaura cor-de-rosa e apaixona-se cegamente por ela sem saber como é a rapariga de voz doce que está dentro do disfarce. E vê-se doido para a conquistar e para descobrir quem ela é e com a ajuda de um Jorge Palma imaginário arranja maneira de saber como é.
É um filme que arranca umas boas gargalhadas pelas piadas e por ser tão estranho e incomum. Eu gostei mas não é um filme de que toda a gente gosta. Há quem saia do cinema a achar que perdeu tempo a ver esta longa-metragem mas eu não. Achei imensa piada, um filme com músicas bonitas, uma historia de um amor cego por uma dinossaura cor de rosa, a lição de ter em atenção os pequenos detalhes e imensa maluqueira. É um filme um tanto quanto awkward e completamente fora do normal indicado para pessoas bem dispostas que têm uma mente aberta para esta comédia romântica e musical. Uma coisa é certa, preparem o vosso coração! Refrigerantes e Canções de Amor não pretende ser uma obra prima do cinema mas é uma boa aposta no cinema português!
TRAVEL GUIDE : PARIS | A Catedral de Notre Dame
A Catedral de Paris ou a Catedral de Notre Dame também mundialmente conhecida pelo filme "O Corcunda da Notre Dame" da Disney (que eu tratei de rever antes da viagem!) é uma igreja de estilo gótico enorme na qual visitei diferentes partes em diferentes dias. Num dia visitei o interior da igreja e noutro dia subi às torres para ver a cidade de um ângulo diferente e para ver de perto as gárgulas que são um ícone da Notre Dame (não há gárgulas somente em Notre Dame, há também noutras igrejas parisienses!)
A fila para entrar na igreja enche a praça à frente desta mas é sempre à andar. Se vale a pena? Muito. É uma igreja incrível, muito escura, com muitos vitrais, rosáceas e muitos visitantes. É na minha óptica a igreja mais visitada (mas não a mais bonita, hei de falar da igreja mais bonita de Paris durante esta saga de publicações, não se preocupem!) mas não deixa de ser um lugar de silêncio por ser um local de culto.
Já noutro dia subi às torres que era um dos dois monumentos em Paris que fiz questão de subir. É um dos poucos locais onde é inevitável ter que fazer fila por razões de segurança. Os meus pais tinham o Paris Museum Pass que lhes dava acesso à grande maioria dos monumentos e museus da cidade sem ter que comprar bilhete e com o qual saltavam as chatas filas (podem saber sobre ele aqui vale a pena para pessoas com um bom ritmo de visita, com mais de 25 anos e pode compensar muito no final), excepto nesta catedral. Por isso se desejam subir, mentalizem-se que vai haver fila já que só se sobe em grupos. Depois da espera e de subir a enorme escadaria de pedra em caracol chegamos ao meio das duas torres, mesmo no centro visto de baixo. A vista deslumbrante está garantida e ainda podem entrar na sala dos sinos. Depois sobe-se mais escadas em caracol até ao cimo da torre que está à nossa direita se estivermos em frente à fachada principal) e a vista é ainda mais magnifica e é giríssimo conhecer e identificar os monumentos e alguns museus do alto da torre. Após darmos a volta ao cimo da torre descemos e saímos pelo lado direito da catedral com umas enormes dores de joelhos devido às inúmeras escadas que descemos e subimos mas com um grande sorriso no rosto.
É fenomenal subir e entrar no local que foi pano de fundo das aventuras do Quasimodo e da Esmeralda mas também entrar num local com muita história e muito rico arquitectónicamente. Passar por lá faz parte do básico do básico a fazer numa ida a Paris nem que seja somente para ver a fachada principal. Para mim valeu muito a pena, as dores de joelhos e o tempo à espera!
TRAVEL GUIDE: GIVERNY | A Casa e os Jardins do Monet
Antes de avançarmos para a cidade de Paris em si visitamos alguns locais importantes para compreender e sentir coisas que íamos ver nos dias seguintes. Giverny era um local que eu não conhecia e do qual eu nunca tinha ouvido falar mas era um sítio que estava entalado na garganta da minha mãe que das muitas vezes que fora a paris nunca tinha lá dado um saltinho. Vamos ser sinceros, Giverny já não é Paris. É a cerca de hora e meia da cidade das luzes e já é na Normandia. Apesar de longe foi um dos meus locais preferidos que tive a oportunidade de visitar na minha estadia em França.
O Claude Monet é um dos pintores preferidos da minha mãe e desta vez não deixamos a oportunidade escapar. Tínhamos carro e lá fomos em direcção da pequena vila típica desta região. Desengane-se quem pensa que apesar de ser fora da grande cidade que não havia filas, mentira, meia hora de fila para abrir a pestana e foi dos únicos locais onde paguei para entrar (e cada bilhete é uma pintura diferente do Claude Monet, quão brutal é isto?). E desengane-se quem pensa que aqui não há vigilância, há muito menos que na metrópole mas há também militares armados a vigiar.
Após entrarmos somos logo presenteados com as cores incríveis do jardim e com vista para a grande casa do pintor impressionista. É possível entrar na casa das portadas e das escadas verdes mas só dá para entrar em algumas salas (outras dá para ver sem entrar). A minha parte favorita da casa foi o atelier de pintura que estava cheio de quadros deles e ainda tinha uns sofás incríveis com um padrão giríssimo, uma secretária antiga e uma janela (um facto sobre mim: adoro janelas e quanto maiores forem melhor!).
Depois de vermos na casa os quartos, as salas, a cozinha entre outros fomos para os enormes jardins onde existe um lago que foi pintado dezenas de vezes e que podem ver tal como eu vi no Museu d'Orsay ou no Museu de l'Orangerie em Paris e dos quais vos vou falar brevemente. Claude Monet é famoso pelas pinturas dos nenúfares e da ponte japonesa que tinha no jardim (a pintura mais conhecida é provavelmente esta). E é tão giro ver o local real de algumas pinturas tão famosas e conhecidas no mundo da arte! A cor verde do jardim é tão incrível e densa e contrasta com o lago e com alguns animais que lá habitam.
Apesar de ter alguma gente não é um local confuso ou barulhento contrariamente é um local calmo e excelente para passar uma manhã ou uma tarde em família para apreciar o habitat natural de um dos pintores impressionistas mais famosos. Giverny é um local nas entranhas de França que vale muito a pena conhecer não só para os amantes de arte como para os amantes de locais bonitos, diferentes e que têm um pouco de história!
Harry Potter and The Cursed Child
Quando há três anos fui quase que obrigada pelo meu irmão a ler o primeiro Harry Potter eu não sabia o que estava para vir. Uma das histórias mais incríveis e bem concebidas com um mundo fantástico, bem criado e muito mágico. Desde então li os livros todos três vezes, coleccionei os que fazem parte deste mundo (já li os Monstros Fantásticos mas é o único que me falta) e até o primeiro em inglês, coleccionei marchendising, li teorias, fui a locais importantes para a história na minha visita a Londres e ao Porto. Fiz quase tudo e como Potterhead que sou eu não podia estar mais entusiasmada para colocar as minhas mãos em cima do novo Harry Potter and The Cursed Child. Fiquei muito triste que em Portugal estava tudo esgotado e ia ter que procurar em Paris. Foi o melhor que fiz, era mais barato e tudo! Adorava ir ver a peça a Londres mas como não é possível tive que me ficar pelo livro o que já não é nada mau! É tão bom ter um livro com o nome Harry Potter na capa que ainda não lemos, com uma história incrível e um a montanha russa de emoções por sentir. Sejamos honestos, este livro é um poço de nostalgia!
Este é o roteiro da peça que está me exibição na capital inglesa o que lhe dá uma certa piada. As didascálias, as partes, as cenas, os actos, os intervalos, a descrição dos cenários, o nome das personagens antes da fala..! É diferente e torna o livro em algo que nunca tinha lido anteriormente. Tem uma capa linda (por debaixo da amarela em papel que também não é feia) é preta e dourada, simples e delicada. Vou somente dar dois pequenos spoilers (nada muito em concretoque podem ler no final deste texto) porque por muito feliz que esteja, quero muito que vocês leiam esta obra. Tal como faço com os meus amigos quando me pedem para falar sobre a história de Harry Potter, não dá, tens que ler, só assim consegues absorver os pormenores e a genialidade deste mundo. Foi escrito pela nossa J.K. Rowling, pelo John Tiffany e pelo Jack Thorne e tem à volta de 340 páginas. Eu comprei em inglês, o único à venda de momento, e não há data de lançamento para a versão portuguesa mas como não estava a aguentar esperar eu comprei-o na mesma. Não sou pro no inglês mas foi muito fácil de ler e mesmo as palavras mais complicadas chegava lá pelo enredo.
Engane-se quem pensa que pode ler este livro sem ter conhecimento dos outros sete livros. Se não conhecem a história toda não vão compreender metade desta. Há coisas muito importantes dos outros livros em que pegaram para construir este e é importante que se lembrem das aventuras do Harry do Ron e da Hermione. Aqui o trio já tem idade para ter juízo. Com empregos e família para cuidar. Mas as personagens principais são mesmo o filho do Draco Malfoy, o Scorpius (que foi a minha personagem favorita e a quem quero dar um abraço gigante, confesso!) e o filho do meio do Harry e da Ginny, o Albus Severus Potter. É à volta deles que a história se desenrola. Eu não estava à espera de nada em concreto (aguentei-me muito bem a não ir ver spoilers!) e surpreendeu-me muito! A cada página eu dizia "what??" literalmente, a cada folha que passamos vem mais informação, mais conteúdo mais surpresas inesperadas e mais magia!
Há partes que de certeza que não foram escritas pela Rowling pois a Rowling jamais colocaria alguns pormenores chocantes para os mais atentos no livro e personagens a quem não foi dado o devido valor e a devida atenção. Há muitas coisas que seriam impossíveis no seguimento e no contexto dos sete livros anteriores.
São os dramas familiares, as pessoas que se revelam, os plot twists, os momentos chocantes as surpresas, os parágrafos que nos fazem parar de respirar, um pouco do que é Hogwarts agora, o suspense, os conflitos, os problemas, os dramas, o sempre mencionado poder do amor e da amizade, as partes que nos atingem bem nos sentimentos (como a última fala da página 156 e a primeira da 159 e a página 209. É demasiado para o meu coração, a sério). Eu adorei lê-lo apesar de ter deixado algumas pontas soltas e apesar de conter falhas eu gostei de o ler mesmo que quisesse algo mais, algo ainda melhor. Agora o vazio de não haver mais Harry Potters para ler voltou e é enorme! Mas é tão bom rever as nossas personagens mais queridas e ficar a conhecer outras pelas quais também nos apaixonamos! Só vos dou dois mini spoiler: a cicatriz vai voltar a doer depois de imensos anos sem acontecer e vão existir time turners (que confesso que geram na minha cabeça uma certa confusão) e o resto têm que ler para descobrir! Se já leram adorava saber a vossa opinião!
TRAVEL GUIDE: PARIS | Palácio de Versalhes
Eu sonhei com o magnifico palácio de Versalhes durante muitos anos. Suspirava por ele nos livros de História e ambicionava entrar no palácio quando via fotografias e vídeos . Foi um sonho que já se apoderava de mim e finalmente consegui riscá-lo dos meus desejos. Comecei aos pulos de entusiasmo e fiquei espantada pela grandiosidade e exuberância do edifício. Eu sabia que o Louis XIV tinha a mania das grandezas mas não assim tanto. É enorme, imponente e com uns portões dourados lindos de morrer.
Este local já é na periferia da capital mas em meia hora chegámos lá. Tirámos o bilhete no dia anterior (foi gratuito para mim) através da internet e por isso achávamos que podíamos entrar logo no grandiosos edifício. Estávamos muito errados. Fomos na descontra já tarde e a realidade fechou a aporta e nós batemos com o nariz: não podíamos passar a fila. Toda a gente que estava na fila já tinha bilhete e nós tivemos somente que ir para o fim e ir andando aos pouquinhos. Valeu-nos uma hora e meia ao Sol (sol tal que os que esperavam até faziam chapéus com os mapas para se protegerem) à espera que a fila ficasse mais curta.
Após sermos revistados finalmente entramos nos aposentos do Rei Sol. Andámos pelas salas com nomes de Deuses, pelos quartos, pelos os enormes salões com tectos lindos (mini confissão: em vez de olhar para o conteúdo das salas eu ficava abismada a olhar para os tectos, são magníficos!). Versalhes prima pelos pormenores estratégicos que fazem sempre a diferença, pelos tons dourados, pelas lareiras gigantes, os quadros, os lustres, as estátuas, a mobília sofisticada e luxuosa, a capela que mais parece uma igreja ou até uma catedral, as escadarias e os enormes jardins. É tudo perfeito, magnifico, um sonho. É tudo lindo mas o que mexeu mais comigo foi mesmo a famosa Galeria dos Espelhos. Um local extremamente sofisticado, com um tecto incrível, lustres enormes e lindos de morrer e os famosos espelhos. É incrível e as emoções de estarmos num local que esperamos muito por ver são indescritíveis. Não pudemos visitar os Aposentos da Rainha por estar em obras mas é obviamente compreensível! Uma sala que gostei muito foi a sala das Batalhas. Com um tecto alto e quadros que representavam algumas das batalhas que houveram. É o extremo do absolutismo, do poder e da riqueza.
Infelizmente não pude ir aos jardins já que era dia de haver um espectáculo de luz e som nos jardins de Versalhes e por isso se não pagássemos para assistir ao espectáculo (que era à noite) não podíamos entrar. Já tínhamos coisas combinadas e por isso não deu. Mas deu para ter um pequeno vislumbre das fontes, dos canteiros floridos e coloridos e do quão enormes são os jardins. São muito mais que dez vezes o tamanho do palácio portanto imaginem!
É a magnificência e o luxo que habitam num dos mais famosos palácios do mundo que é considerado Património Mundial da UNESCO e foi uma honra sequer entrar. Ficaram por ver os jardins e bosques, o domínio de Marie Antoinette, o Grand e o Petir Trianon (que ficam do outro lado dos enormes jardins e as salas que não vimos) mas temos sempre que ter razões para voltar, não é verdade? O palácio de Versalhes é o sentido literal da famosa expressão "à grande e à francesa" e valeu totalmente tempo de espera e os anos de ânsia para lá ir!
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Sala das Batalhas![]() |
TRAVEL GUIDE: PARIS | Coisas Básicas
E que tal os transportes?
Bem, apanhei um voo da Transavia para Paris no dia quatro de manhã e o voo foi atrasado, com alguma turbulência e talvez para mim o pior defeito, como as hospedeiras são maioritariamente francesas e têm sempre aquele sotaque ao falarem inglês é um pouco complicado de compreender as instruções de segurança até porque o sistema de som também não era o melhor. Foi a primeira vez em muitos voos que não ouvi na integra as manobras de segurança apesar de já as conhecer (seguidamente li o folheto informativo somente para me relembrar, nunca é demais!). Se fosse nova na arte de voar era muito pior pois não saberia o que fazer em diversas situações de emergência. São muito simpáticos e os preços muito agradáveis. Para cá, vim no dia 16 de madrugada desta vez sem atrasos e o voo passou a voar (interpretem isto das duas maneiras!). Já lá alugámos um carro para podermos ter mais liberdade já que íamos visitar família e amigos, tínhamos que ir comprar comida e íamos visitar sítios fora da capital francesa. Se alugarem um carro em Paris/França tenham muito cuidado porque os franceses são muito imprudentes e brutos a conduzir. Depois para o centro da cidade resolvemos fazer um passe (levem uma fotografia porque é obrigatório) que nos deu acesso aos autocarros, metros e até a um desconto num barco que dá uma volta no Sena. Este fica para vocês no final da viagem, não o têm que devolver já que tem a vossa fotografia e nome nele. Achei o metro muito engraçado pois são todos diferentes, uns mais antigos, uns mais novos, uns com pneus que vão à superfície, outros sem condutor, é super giro e chegar às paragens forradas a mosaicos brancos com o nome da estação a azul e branco é incrível assim como as publicidades (os meus pais explicavam me as que valiam a pena compreender) que caem sobre nós. Normalmente há um intervalo de quatro minutos entre cada metro que passa mas isso pode ser diferente de linha para linha. Se forem capazes aluguem as bicicletas espalhadas pela cidade mas eu não me metia nisso já que andar na estrada lá é um perigo.
E alojamento?
Nós ficamos em casa de familiares. Podíamos fazer as nossas próprias refeições e acima de tudo era uma grande poupança. Há muitos hotéis e há para todos os gostos, procurem (se tiver estação de metro perto é um bónus!), mas neste ponto não vos posso ajudar mesmo.
Sentis-te-te segura em Paris?
Isto é algo muito sério e importante e tive amigos que disseram que era maluca por ir para Paris quando o que não falta são atentados em França. Não ir seria seria limitar a minha liberdade por algo incerto. Eu senti-me extremamente segura em Paris, a sério. Havia militares armados até aos dentes em literalmente todo o lado, até nos bairros da periferia, nas ruas mais estreitas e escuras, eles estavam em todo o lado e davam uma enorme sensação de segurança. Qualquer que fosse o local onde entrássemos (fosse uma loja num centro comercial ou de rua, um museu ou até na zona das praias de Paris) pediam-nos para abrirmos a mala (se não percebem francês quando um segurança se dirigir a vocês abram a mala, eles dão uma vista rápida e podes seguir com a tua visita!) e em alguns locais como no Museu do Louvre passamos num detector e as nossas malas passam numa máquina tal como no aeroporto. A cidade está em alerta atentado e a segurança está no máximo e não podia ser de outra maneira.
Disseram que os franceses não falam inglês e nem sequer se esforçam para tal, é verdade?
Não, que eu tenha visto. Os meus pais falaram sempre em francês mas quando a minha mãe se via à rasca e o inglês a conseguia safar os franceses respondiam em inglês. Assisti a trabalhadores de museus, artistas de rua, o senhor dos crepes, seguranças e empregados de lojas a falar inglês. Não é um drama ir para França e não saber falar francês, mas dar uns toques ajuda!
E a comida é comestível ou nem por isso?
É demasiado comestível. Principalmente o pão! Não há um carrinho de supermercado sem uma baguete e os croissants de uma padaria acabadinhos de sair do forno?! São deliciosos, assim como os chouquettes, os macarons, os queijos, o pain au chocolat e outras coisas como os vinhos e os éclairs (que eu não gosto). Sugiro-vos a comprarem uma baguete e a fazerem o vosso almoço para um piquenique num jardim da cidade e de guloseima irem a uma pastelaria para provarem um pouco da doçaria francesa!
A cidade é limpa?
É uma cidade limpa com muitos caixotes do lixo mas quando se vai mais para a periferia a borda da estrada é a lixeira dos que passam, terrível.
Como é o tempo por lá?
O tempo lá é bastante instável, dou-vos o exemplo de quando fui à Disney em 2009, um dia lindo e maravilhoso e à tarde houve uma tempestade com uma trovoada assustadora e chuva a cântaros. Este ano só apanhamos uns pinguinhos mas num dia podia estar nublado e frio e no a seguir um sol que não se aguenta. Tenho uma amiga que neste momento está em Paris e que disse que no dia a seguir a deixar a cidade apanhou a chuvada da vida dela. Levem sempre um casaco mais quente mesmo que seja verão e um guarda-chuva/impermeável. Nunca se sabe.
TRAVEL GUIDE: PARIS | É sempre bom voltar
Esta não foi a minha primeira viagem a Paris. Estive lá há sete anos, em 2009 com oito anos. Mas apesar de ter passeado pela cidade não foi para mim uma verdadeira viagem a Paris. Andei muito pouco na cidade, menos do que gostaria e vi muito pouco. Estive lá pouco tempo e o tempo foi pessimamente aproveitado. Vi os monumentos principais, fui à Disney (que também foi um pequeno desastre, não vi nenhum desfile e a meio da tarde as atracções fecharam todas por culpa da trovoada e da chuva torrencial a meio de Agosto, obrigada São Pedro) e fiquei a vegetar na casa dos meus primos isto depois de já ter passado alguns dias na Bretanha e na Normandia (que é super giro e deviam visitar, super recomendo!) e isto tudo depois de um voo muito atrasado que chegou mesmo muito tarde. Paris foi um sonho mas deixou muito a desejar. Em 2016 tive finalmente a oportunidade de melhorar a imagem que tinha da cidade mais romântica do mundo. Tive imensos dias para ver tudo o que eu quis, para explorar as ruas e para ficar de queixo caído com a arquitectura e com a arte. Fui com duas pessoas que conhecem Paris como se fosse as suas próprias mãos. Os meus pais estiveram umas dez vezes em Paris sem exageros e já viram e reviram (quase) tudo, inclusive, o meu pai é um antigo morador da cidade. É a cidade natal dele e por isso é também um local que faz parte de mim, da minha família e da nossa História. Além disso ambos falam francês fluentemente, o que safa os meus três anos de francês que não dão para compreender mais que o básico. Paris foi regressar às origens, reencontrar os amigos e a família e descobrir locais pelos quais me babo há anos. No ano passado Londres foi uma estreia para todos mas este ano, Paris foi uma repetição. É sempre bom voltar!
VIAGENS | What's On My Travel Backpack?!
Este ano decidi ser diferente e não deixar tudo para a última. Este ano comecei a fazer as malas mais cedo, fiz uma lista mais completa, tive mais atenção naquilo que pus dentro da mala, li todas as implicações da companhia aérea e estou quase quase pronta para levntar voo. Querem saber o que levo na minha mochila?
July'16
Julho é sempre o mês do fim da época desportiva. Acabou-se por agora a ginástica e a natação e vemo nos para o ano, escuteiros. Foi um mês calmo mas de muito overthinking, um mês de gelados, de melancia, de saladas fresquinhas para a refeição e de ventoinhas a trabalhar non-stop. Foi um mês em que o desporto nacional esteve em altas o que me deixou tão orgulhosa! Foi um mês da cama para o sofá e do sofá para a cama e de acordar tardíssimo. Em Julho fui à abertura da Nyx, conheci a youtuber Sofiabbeauty, planeei a minha próxima aventura fora do país, e fui a vários sítios. Estive no Algarve, em Serpa, em Sesimbra, na terrinha em Reguengos de Monsaraz e em Monsaraz. Foi de momentos em família e de visitas aos avós. Um mês de céu azul e de temperaturas que iam dando cabo de mim. Em Julho organizei o bullet journal, fui ao cinema, fui ter com os meus amigos, recebi as notas dos exames, matriculei-me como aluna do Ensino Secundário. Treinei muito condição física e neste sétimo mês do ano aprendi que não sei fazer chantilly e que tenho medo de baratas.
Julho foi palco para medos, para sintomas de desidratação, para momentos de risco, para praias secretas, areia nos pés e toalha estendida. Dias de pele à mostra de bebidas frescas e de desfazer malas e voltar a fazê-las. Dias no rio e de matar saudades. De canções incríveis à volta da fogueira e de ficar a olhar as estrelas. No mês que terminou ontem recebi a insígnia de cem noites de campo, ou cem noites numa tenda com direito cerimónia especial. Foi com imenso orgulho que recebi este distintivo ao lado de uma das pessoas mais incríveis que tive oportunidade de conhecer. Julho trouxe-me um pouco de tudo o que posso pedir no verão e não podia estar mais grata por isso.
Jogos Olímpicos
É um dos eventos mais esperados do ano para mim e o meu entusiasmo é incontrolável! Todos os anos o pensamento de "só mais três anos" "só mais dois anos" "só mais um ano" leva a minha cabeça ao cúmulo da excitação. São os melhores do mundo nas suas disciplinas reunidos numa só cidade e que durante mais de duas semanas competem para estarem no pódio e/ou até serem medalhados como campeões olímpicos. São as cerimónias de abertura e de encerramento, as maratonas a ver os mais diversos desportos e o desejo eterno de poder lá estar a assistir.
Antes de mais não acho que o Brasil tenha condições para ser palco de um evento desta grandiosidade, não está preparado e não está estável economicamente, financeiramente, politicamente, socialmente e muitos mais palavrões terminados em "mente". Mas o que posso eu fazer? Só espero que nada corra mal porque há muito por onde o evento se pode desmoronar.
Estou interessada em ver ginástica rítmica (óbviamente), ginástica artística, ginástica de trampolins, voleibol, badmington, esgrima, saltos ornamentais (aquele mortais incríveis para uma piscina) e vejo o resto por gosto. Estes são os principais que gostaria de ver, os outros desportos se estiverem a dar e tiver tempo para ver provavelmente vou sentar me e apreciar os mais incríveis atletas que foram apurados para estas Olimpíadas. Se perder algumas modalidades que me interessam também existe uma coisa incrível denominada de internet para voltar a ver. Felizmente já estou em terras lusas aquando das competições de rítmica (de 19 a 21 de Agosto: Dia 19 apuramento individuais para a final, dia 20 apuramento de conjuntos para a final e final de individuais em todos os aparelhos e dia 21 final de conjuntos)
Agora rítmiquisses. Eu apaixonei-me pela ginástica rítmica em 2008 com os Jogos Olímpicos de Pequim e em Setembro quis entrar para o desporto magnifico e tive em tempos o sonho utópico de ser ginasta olímpica. Os Jogos Olímpicos deram me a conhecer uma modalidade que me envolvem de uma maneira inexplicável e que vivo com tanta paixão. No ano passado tive a oportunidade de ver as melhores do mundo na Taça do Mundo de Lisboa e consegui actualizar-me neste mundo. Mal posso esperar por ver as raparigas cheias de atitude que vi competirem no Pavilhão do Casal Vistoso no ano passado, mais elegantes, com mais garra, com fatos mais incríveis e com o pódio a pontuações de distância. Aposto que a Yana Kudryavtseva da Rússia leva o primeiro lugar na competição individual (embora adorasse que a Margarita Mamun, também russa, lhe desse uma coça) e que o conjunto russo leva ouro para casa. Excluindo estas que muito ver a Melitina da Bielorrússia, a Carolina Rodrigues (que penso que se despedirá da modalidade no próximo mês com um beijo no tapete, como é tradição, já que é a mais velha ginasta a competir, vinte e nove anos e a idade não dá tréguas, sobretudo num desporto como este), a Ganna da Ucrânia que transpira expressão e garra por todos os poros do corpo e a fofinha da representante sul coreana Son Yeon Jae que brilha sempre que pisa o praticável! E a Salome (Geórgia), a Marina (Azerbaijão), a Neta (Israel) também são incríveis. Estas são só algumas das que vão participar. Já nos conjuntos estou a torcer por nuestras hermanas que levam a alegria e a boa disposição a onde quer que vão e às israelitas e as ucranianas que também são estupidamente boas!
E chega de dissertação por hoje. obviamente que estou a torcer por todos os nossos atletas que envergam orgulhosos as nossas cores e para além da excelente participação que aposto que vão fazer adorava que trouxessem pelo menos uma medalha para terras lusas! Espero mesmo que o Rio 2016 corra pelo melhor e que seja memorável pelas melhores razões! Já só faltam nove dias!
EAT&DRINK | Domino's
Já conhecia a cadeia de alimentação há algum tempo e sempre me babei para as fotografias das deliciosas pizzas nas redes sociais. Ontem foi a minha vez de experimentar as tão badaladas pizzas Domino's que são fabricadas num espaço giríssimo e cheio de pinta. Com muita luz e no restaurante a que fui tinha um quadro de giz gigante para escrever mos o que bem nos apetecia (até um pikachu lá desenhado havia!). Só critico o espaço por não haverem muitas mesas e termos que ficar de pizza na mão a arrefecer à espera que alguém acabe a sua refeição.
Os meus amigos bem me dizem que só apanho promoções e o sucedido aconteceu: fui pedir uma das pizzas mais caras (há as pizzas clássicas, as favoritas e as premium e o preço aumenta gradualmente de umas para as outras e ainda existe a opção de criares a tua própria pizza) e saiu-me cinco euros mais barata por uma promoção que eu não tinha visto sequer. Pedi uma Festim de Queijos média (para que não haja dúvidas na altura de escolher tamanhos a pizza de tamanho pequeno é excelente para uma criança ou para alguém que não come muito, a média é do tamanho das pizzas que é só por no forno que compramos no supermercado e a grande serve para duas ou três pessoas, depende do quão esfomeados estão) e estava muito boa. Levava quatro tipos de queijo e era tãããão deliciosa! Gostei especialmente de ver o meu nome num ecrã do restaurante que dizia quanto tempo demorava e o que estava a acontecer à minha pizza. Se estava no forno, se estavam a testar a sua qualidade, se estava a ser feita, se estava pronta e foi só esperar cerca de dez minutos e lá estava ela. Devo dizer que o pão de alho também é delicioso! Infelizmente não tenho nenhuma foto para vos mostrar o quão incrível a minha pizza estava. Achei a relação qualidade preço aceitável e sem dúvida que recomendo!
WWW | The Sorry Girls
Se vocês gostam de DIYs este canal é mesmo para vocês. Duas canadianas, a Becky e a Kelsey que criam coisas brutais e úteis (atenção para este ponto que a maioria de DIYs que vejo não servem para absolutamente nada). Fazem coisas giras e originais, tanto de decoração assim como roupa, sapatos, acessórios, bijutaria e muitos mais extras super criativos.
Fazem tudo passo a passo e até que parece fácil de concretizar! Fazem também os típicos vídeos de presentes de última hora para as mais diversas ocasiões e para ser honesta estou com três DIY's debaixo de olho: uma parte de cima de bikini (o primeiro deste vídeo), um cobertor em forma de cauda de sereia (aqui) e um mapa mundo em cortiça (aqui). São miúdas com ideias de génio e que me fazem querer pôr em acção a Leonor DIYer que há em mim!
Se estão à procura de um disfarce é aqui que vão encontrar maneira de o fazer, têm tantas opções e parece tão fácil de fazer! Fazem também vídeos de tendências, de comida, de lookbooks e muito mais. É um canal variado mas foca essencialmente aquilo pela qual as duas youtubers são apaixonadas: Os Do It Yourself. São uma maneira barata de criar algo giro e que poderíamos adquirir por um balúrdio e vamos ser sinceros, é muito mais giros fazer-mos com as nossas próprias mãos as nossas coisas! Acreditem, sigo imensos canais de DIYs e não há nenhum que chegue aos calcanhares do The Sorry Girls! Fazem vídeos desde 2011 e merecem muito a vossa visita! Super recomendo!
Finding Dory
Eu era muito pequenina quando estreou o À procura de Nemo mas lembro-me de algumas coisas do filme que vi cinquenta vezes nesse ano. Já em 2016 fui ao cinema para ver o À Procura de Dory que é em duas palavras adorável e encantador.
É a história da procura dos pais da Dory que esta está desesperada por encontrar e conta com a ajuda do Marlin, do Nemo e de mais animais aquáticos que encontra pelo caminho! Esta tem pequenos flashbacks nos quais ainda era uma adorável criança (vamos só salientar o quão adorável a Dory era em pequena!). Dory faz uma viagem enorme e vive diversas aventuras entusiasmantes enquanto procura a sua família. É um filme refrescante, com pequenas piadas e aventuras e plot twists que não lembram ninguém. É um filme bom e apesar de muitas crianças estarem sentadas na sala de cinema havia também muitos jovens que viveram o que foi o fenómeno do À Procura de Nemo.
Recomendo muito irem ver, é adorável e tem uma história muito gira! É indicado para todas as idades e não poderia ter saído mais contente do cinema!
we are the champions
Não sou particularmente fã de futebol pelos mais diversos motivos mas hoje foi diferente. Apesar de não ter estado atenta ao jogo, o futebol junta as pessoas e une-as como mais nada consegue fazer. O nacionalismo e o ambiente de festa sentido é contagiante e formidável e é praticamente a única coisa que gosto no futebol: o ambiente que traz. Foram tachos e panelas ao lado de grandes amigos, bandeiras e cachecóis ao vento, foram as buzinadelas pela minha cidade, a festa e a alegria. Foi um amigo atirar-se completamente vestido para a piscina quando marcámos golo e é um orgulho como portuguesa que sou ver o meu país ir mais além e a conquistar feitos históricos. Não podemos esquecer obviamente que nos sagrámos também campeões da Europa de natação, atletismo, ciclismo, lançamento do peso e de triplo salto! Quão incrível?! Estamos de parabéns, sem dúvida que merecemos todos os títulos que recebemos!
VIAGENS | Things I Do When I Travel
Fazer uma lista
O que seria de mim sem uma lista de coisas a levar? Provavelmente deixava metade das minhas coisas em casa. É importantíssimo para que nada falhe e coloco sempre aquilo que não pode mesmo falhar (como o cartão de cidadão) com uma setinha, ou em maiúsculas. Bom, aqui já entro noutro campo no qual cada um tem a sua forma de se organizar e as suas prioridades. Pesquisar listas na internet também ajuda muitas vezes a ver aquilo que nos falta!
Ter cuidado com os líquidos e outros objectos proibidos
Tenho que voltar a ter isto muito em atenção este ano. Não podem exceder os 100ml todos os artigos líquidos que vão na cabine. Encher alguns boiões pequeninos dados em hotéis levar as amostras reservadas somente para uma viagem de avião ente outros. No ano passado o aeroporto de Lisboa ganhou uma lima minha e por isso este ano vou ter extra cuidado para não acontecer o mesmo. Vou procurar listas de coisas proibidas nos aeroportos e companhias aéreas para que não volte a acontecer.
Não levar coisas demasiado importantes em locais fáceis de serem retirados
Tenho mesmo muito medo que tirem as minhas coisas da mochila e eu não facilito. Costumo passear com uma mochila e na bolsa pequena nunca vai nada de demasiado importante. As coisas importantes vão sempre no compartimento grande da mochila (carteira, dinheiro e.t.c.). Custa mais a procurar mas também nos custa mais a ser retirado. Enquanto que se me abrirem o compartimento mais pequeno eu não noto, quando abrem o compartimento maior já sinto. É preciso muita precaução com isto sobretudo em locais com muita gente e com muito movimento.
If you find this phone please call...
No ano passado coloquei no ecrã antes de se desbloquear o telemóvel uma coisa que dizia "If you find this phone please call..." mais uma vez para que se me esquecer dele, mo for retirado ou algo do género para que tenha uma pequena hipótese de o recuperar. Coloco sempre o número de alguém que está a viajar comigo e o +351 no início como indicativo de Portugal. Vou voltar a afazer o mesmo este ano!
Fazer o trabalho de casa e levar já sítios pré definidos para ver
Mais que óbvio. Apesar de irmos de férias vamos para conhecer e devemos levar já locais pré estipulados para visitar. Pesquisar horas de abertura e de encerramento, dias em que os locais estão fechados, isto é importante para que sejam dias recheados e que (numa visita mais cultural) não se perca pitada.
Levar os objectos de maior valor na bagagem de mão
Nunca levei o meu computador em viagens mas já ouvi inúmeras dicas para o levar sempre em bagagem de mão. Para além disso coisas como phones, carregadores, livros, máquinas fotográficas telemóveis, leitores de música devem ir sempre contigo. Na minha óptica na mala que vai no porão deve ir somente o básico: roupa e calçado.
Ter atenção na roupa e no calçado
Devem testar-se e ver o que é mais confortável para vocês. Por exemplo para mim é para morrer andar um dia inteiro de calções por muito calor que esteja, não consigo, assim como certo tipo de calçado. Há sapatilhas que são confortáveis durante uma horas mas após percorrerem uma cidade a pé começam a maçar. É preciso ter isso em mente, e antes de tudo está o conforto.
Morada do alojamento e número de telemóvel dos que nos acompanham
Pronto, mais uma vez com o meu medo de (me) perder eu levo sempre na minha carteira um papelinho onde está a morada do alojamento e os contactos e ainda os contactos de quem me acompanha. Uma pessoa prevenida vale por duas.
Ter conhecimento de algum vocabulário básico
Onde a língua é tudo menos conhecida é complicado mas podemos sempre fazer o esforço para aprender aquilo que acho que seja básico: Olá, obrigada, com licença. Quando já estamos familiarizados com a língua é mais fácil mas vale sempre a pena recordar!
Garrafa de água vazia
Não sei quanto a vocês mas eu detesto ter que comprar água. Então o que faço? Levo a minha garrafa reutilizável vazia e depois de passar pelos seguranças posso enchê-la assim como enquanto passeio, posso enche-la numa fonte ou bebedouro ou numa casa de banho. menos poluição e menos dinheiro gasto em algo que podemos não pagar nada.
June'16
Junho costuma ser o meu mês preferido mas desta vez o mês que marca o meio do ano (como assim??) foi um pouco agridoce. Foram os dois anos do blogue, os meus quinze anos, os quinze anos da Joana (que teve direito a uma festa surpresa pelo terceiro ano seguido e continua a não suspeitar de nada, tótó!) e aos vinte do meu irmão. Foi a correria, as manhãs a dormir, as tardes com a cara nos livros, as reuniões de última hora. Foram a morte do meu telemóvel, as malas feitas e prontas para partir, as bolhas nos pés, os materiais para exame na mão e a comparação de respostas no fim. Foram Torres Novas e Ferreira do Zêzere, o rio e a piscina. As horas a andar e cantar canções que não lembram ao cego, os últimos gritos de guerra da época, as últimas correrias antes de entrar em praticável e o último nervoso miudinho. Foram as refeições ao ar livre, o Portugalgym, o sol a queimar as maçãs do rosto e as bebidas frescas que fizeram o inicio do meu verão.
Foi o alívio pós exames, os mergulhos no rio, as brincadeiras em cima das canoas, a adrenalina dos desportos radicais. O fim das aulas, o adeus a algumas pessoas, o fim do meu primeiro bullet journal, os elogios inesperados, as noites longas, dos diys, e das pessoas que não via há eternidades. Foi um mês de sentimentos contraditórios. Nuns dias reinava o desespero e os nervos e nos outros dias eram calmos, tranquilos e muito felizes. Acabo Junho com ânsia pelo que vem aí, pelo tempo mais livre e pelos dias mais felizes. Porque verão é sinónimo de felicidade. Não faço a menor ideia de como vai ser Julho, mas que seja muito bom e que passe devagarinho que da próxima vez que escrever para esta rubrica já vou estar a meio das minhas férias e a fazer malas para uma nova aventura!
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| Fotografia da minha autoria |
Após dez meses meses de uso intensivo o meu primeiro bullet journal está terminado!
Mais sobre o meu bullet aqui.
TRAVEL GUIDE: FAIAL | Peter's Café Sport
Quando há uns anos fui aos Açores visitei algumas ilhas incluindo o Faial. Não tivemos muito tempo por lá mas vimos o essencial: O vulcão dos Capelinhos, o farol, Porto Pim, a marina e como não podia faltar, claro, o Peter's Café Sport que fica na cidade da Horta. Mas o que tem tão de especial este café? Pois bem, é um local de paragem obrigatório pelo espaço com pertences dos quatro cantos do mundo. Entre bandeiras, mensagens e lembranças dos que passaram por lá há muito para ver naquele local.
Era um local frequentado na antiguidade por ser onde se conseguia enviar sinais de vida através de cartas para outros pontos do mundo. É um complemento à visita à marina com as pinturas feitas pelos viajantes pois havia uma lenda que se não deixassem a sua marca não voltariam a casa. Há desenhos incríveis de todo o mundo, em línguas esquisitas e o sinal de que muitas pessoas passaram por lá e que deixaram pequenas obras de arte no chão ou nos muros.
É quase inaceitável ir ao Faial e não ir beber o icónico gin tónico ao Peter's! Dizem até que se formos até à Horta e não formos a este café mundialmente conhecido (este é o original mas há também em Lisboa e no Porto) não vimos realmente a cidade. Já sabem, se estiverem por lá não hesitem em visitar nem que seja para contemplar a história de cada pertence deixado por velejadores.
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| Fonte |
Três mãos cheias.
O meu aniversário começou em Torres Novas a conversar com uma rapariga na Festa Nacional da Ginástica e com o grito de alguém a dizer "Já é meia noite" seguido da música dos parabéns em uníssono por parte das minhas colegas e de mais alguns atletas. Veio um moche, muitas mensagens dos meus amigos e familiares e um bolo. Um bolo. Com uma bailarina. Estava na pastelaria mesmo à minha espera! E distribui bolo, disse muitos obrigadas, recebi muitos abraços e beijinhos e palavras mimosas. Impagável.
Já em casa quis fazer uma pequenina comemoração com as gentes mais velhas só para assinalar a data, com direito a cheesecake (o meu aniversário não é o meu aniversário sem um cheesecake na mesa, é tradição!), crouquembouche (uma iguaria da autoria de Adriano Zumbo, quem vê MasterChef Austrália sabe o que é e podem ver o original aqui, a versão deliciosa da minha mãe está na foto abaixo) e obviamente o segundo bolo do dia. Entre conversas descontraídas sobre os exames, os escuteiros e a ginástica o tão meu doze de Junho terminou. Não recebi muito presentes, que também era algo que eu pretendia mas tenho mesmo que destacar o livro Manual de Fotografia Escutista que foi uma autêntica surpresa, totalmente a minha cara e que me vai permitir evoluir muito! Assim que o acabar quero fazer uma review. Obrigada pelas mensagens carinhosas, tanto aqui como nas redes sociais. Assim foram festejados os meus quinze anos de vida!
DANCING SHOES | Evolução
Quando criei este blogue, em 2014, o meu principal objectivo era melhorar a minha escrita e sinto que cada vez estou mais perto do objectivo. Apesar de não escrever mais corretamente (ainda uso muitas coisas fora do acordo ortográfico que me custa horrores a implementar, baralho muito os "à" com o "há", coloco vírgulas nos locais errados, faço frases demasiado extensas e.t.c.) mas além disso o blogue deu-me ferramentas para escrever rápido, para conseguir escrever muitas palavras, para ter pensamento rápido. Tenho muito colegas que primeiro, nos testes, fazem rascunhos, eu não consigo, eu tenho uma ideia e vou desenvolvendo já no teste. Não faço planos, simplesmente deixo as coisas fluírem e nunca correu mal.Não aguento fazer rascunhos quando escrevo à mão porque eu sou de ideias momentâneas e de pensamentos fluidos. Para além disso tenho cada vez mais capacidade argumentativa e de crítica. Eu sou de escrever rápido e de escrever o que me vem à cabeça e não de mil rocócós. É o meu estilo de escrever e com certeza que todos têm um diferente! Nos últimos dois anos não cresci só de altura, só de corpo, só de mentalidade, só de inteligência mas também cresci na escrita, quão bom é isso?!
PortugalGym 2016
Esta foi a minha terceira participação na Festa Nacional da Ginástica e tivemos sorte que a viagem não durou muito, contrariamente às duas a que fui anteriormente, Loulé e Guimarães. A organização aproveitou o fim-de-semana prolongado para realizar o enorme evento com cerca de 4000 participantes e no geral foi bom. Não conhecia a cidade e foi giríssimo passear pelas suas ruas. Admito que Loulé, no ano passado, foi muito melhor, pelas pessoas, pela cidade em si, pelo almoço de convívio e pela gala.
Foram as praxes e uma treinadora a chamar-nos para mostrar-mos as suas alunas como era uma verdadeira praxe de ginastas (sim, nós praxamos mas em nada tem a haver com as praxes universitárias excepto, obviamente, o nome). Foram as meninas que vieram ter connosco a elogiar os nosso fatos, as trocas de usernames e de olás com outras ginastas. Foram os banhos de água quente (que não se apanha todos os dias!), as pessoas a tomar banho às duas da manhã e às sete da manhã, foi o estudar à luz da lanterna, as reuniões secretas, as fotografias artísticas, as actuações, as cantorias na rua, o ir tomar o pequeno-almoço de pijama e de meias e chinelos e ninguém te dizer nada. Foi coser o fato minutos antes de entrar porque as costuras rebentaram e o arco que se partiu - felizmente - já no final da actuação (confesso que me ia desmanchando a rir) e as cinquenta mil milhões de actuações ao som da "Dia de Folga" da Ana Moura e foi obviamente o meu aniversário pelo meio.
A gala foi uma desilusão na vertente que mais me apaixona, obviamente, a ginástica rítmica, e teve coisas giríssimas de acrobática como a recriação d'A Alice no País das Maravilhas de uns ginastas da Escola Secundária Almeida Garrett que estava BRUTAL, para não falar nos fatos e nos adereços que estavam incríveis e dos ginastas do GimnoFrielas que venceram Menção Diamante! Houve uma homenagem aos ginasta que este ano vão participar nos Jogos Olímpicos (nas disciplinas de Ginástica de Trampolins, Ginástica Artística Feminina e Masculina) e de todos os ex-Olímpicos, atletas, treinadores e juízos, muito bonito! Habitualmente há somente uma gala no último dia à noite onde actuam "os melhores" do país (ou então as classes e os clubes que têm nome) mas este ano houve duas pois o pavilhão não tinha espaço suficiente para todos os ginastas. Uma à noite como sempre e uma de manhã. Obviamente não temos a mesma energia e a mesma pica de manhã que temos à noite! Então eu fui à da manhã e foi uma lástima, o público estava mortinho e muitas actuação que queria ter visto que foram à noite (como rítmica individual, tumbling ou ginástica solidária) não foram de manhã. Foi uma pena e foi a pior gala a que já assisti.
Apesar de tudo, foi bom, a organização - mais uma vez - não foi a melhor mas divertimos-nos tirámos fotografias giras e sobretudo desfrutamos do momento. Mal posso espero do evento que vem no próximo ano e espero mesmo que seja numa localidade cheia de coisas giras para fazer! Até para o ano, PortugalGym! Vais deixar imensas saudades!
2013-2016
Acho que devemos finalizar capítulos bons da nossa vida com um texto como um marco assim como fazemos com viagens e acontecimentos especiais e os últimos três anos merecem um marco na minha vida e no espelho dela - o blogue. Terminei as aulas do 3º Ciclo na sexta-feira, algo muito esperado desde 2013 quando entrei pelas portas de uma escola nova e diferente. Foi me imposto muita coisa, aprendi muito e fiz grandes memórias.
A Leonor de Junho de 1016 já não se vê como a miúda de Setembro de 2013. Somos pessoas muito diferentes e mudamos imenso, física e psicologicamente. Um instituto de ensino novo foi o primeiro passo para um novo eu. Para uma rapariga numa "escola de gente grande", para o meu estilo, para o meu psicológico. Fui convidada a arriscar e pus muitas inseguranças de lado. Pode parecer estranho mas o ambiente em que tenho estado nos últimos anos e o clima de aceitação de tudo no meu grupo de amigos ajudou-me a pôr o pé fora da minha zona de conforto. Andei de saia (que eu juro, era algo que eu nunca esperei vir a acontecer), mas também andei de calças de fato-de-treino e sweat e cortei muito o cabelo. O ambiente influenciou-me de uma boa maneira e por isso eu hoje sou mais Leonor e muito mais aquilo que sempre quis ser.
Nos últimos três anos fui desafiada a saltar barreiras e a ser melhor. Tive muito boas notas e muito más notas. Tive resultados estrondosos e tive recuperações inacreditáveis. Aprendi a estudar e fui basicamente obrigada a isso. Não foi nada fácil adaptar-me a este regime muito mais difícil. Mas adaptei-me e sobrevivi para contar a história. Tive professoras detestáveis e tive professoras que me marcaram. E um gigante obrigada a elas por para além de me ensinarem matérias me ensinarem a ser melhor pessoa e por nos ajudarem e por estarem sempre dispostas não a tornar-nos grandes cérebros mas sim grandes cidadãos do mundo.
Aos meus amigos e colegas que nunca me deixaram sozinha, que me consolaram depois dos raspanetes, que reclamaram comigo e que celebraram as minha vitórias, e eu as deles. Cheguei àquele local com duas amigas e multipliquei várias vezes este número. Conheci amigos que espero que sejam para a vida! Fizemos muita parvoíce, rimos quando não devíamos, organizá-mos presentes, festas e surpresas e fizeram me rir muitas vezes. Vamos seguir caminhos diferentes e talvez os corredores do nosso quotidiano não se cruzem e por isso merecem um grande agradecimento. Parabéns às pessoas que se sentaram ao meu lado e me aturaram com a minha cara de sono pela manhã, com as minhas reclamações e com os meus dilemas e alegrias, estou extremamente grata por todos vocês terem dado o vosso contributo para a rapariga que sou hoje. Obrigada pelas piadas, pelos jogos de voleibol a toda a hora, pelos sorrisos, pelas piadas parvas, pelas fotos com caras engraçadas pelos abraços, pelo ambiente familiar e pelo The Lunch Club. Conheci, reconheci e fortaleci amizades que espero que nunca se desvaneçam. No inicio éramos estranhos, pessoas que se olhavam de lado e que se julgavam sem conhecerem e que se tornaram companheiros de dias impossíveis e de matérias intragáveis mas também de dias solarengos. Foram os papéizinhos trocados, as opiniões e sugestões de filmes e séries e os livros partilhados de mão dada com as private jokes mais tótós e as piadas sem piada. Criei amizades que não só estão presentes no interior do recinto escolar mas também no seu exterior. Fiz amizades que foram capazes de marcar presença em momentos muito importantes da minha vida e eu nas deles e isto é impagável. E aos meus pais e ao meu irmão por toda a motivação e apoio dado a toda a hora.
Se tudo correr como planeado, continuarei no mesmo estabelecimento de ensino mas numa turma nova, num ciclo novo onde tudo vai ser diferente e em que vai ser tudo a matar. É algo que esperava à muito tempo (livrar-me de fisico-química e matemática!!!!) e vou finalmente poder focar-me naquilo que realmente me apaixona - a História e as línguas - e começar a traçar o meu futuro. As coisas ainda se vão dificultar mais mas é algo que quero à tanto! Dizem que vem aí uma das melhores etapas da minha vida e espero mesmo que assim seja!
Os últimos três anos foram extremamente importantes para a formação da minha pessoa. Aprendi do que gostava, do que não gostava, do que queria, do que não queria. Tive grandes experiências, fiz figuras tristes, superei medos e fiz coisas das quais não me orgulho. Os últimos anos não foram fáceis mas foram feitos com sucesso e com aprendizagens para além das que vêm escritas nos livros. Há quem conclua o secundário, há quem conclua a faculdade, eu conclui o terceiro ciclo (faltam só os exames) e isto precisava de um marco, aparentemente um enorme marco. Obrigada a todos. Mesmo.
DANCING SHOES | Dois Anos
Dois anos. Como assim?! Foi neste dia em 2014 que criei o primeiro Dancing Shoes e este sendo o segundo capítulo faz todo o sentido ser a completa continuação do outro. Muito aconteceu, muito relatei, muito partilhei e muito registei para sempre. Hoje sopramos duas velas. Duas velas sempre a crescer entre tudo o que mais me apaixona, que seja o desporto ou os sítios que visito. Aqui relatei momentos muito importantes dos últimos dois anos que guardo para sempre e que adoro rever sempre que possível.
Lembro-me perfeitamente do impulso que me deu para criar o Dancing Shoes. Tinha um blogue com uma amiga mas não me agradava e então disse adeus àquele projecto e pensei que gostava de datas bonitas para coisas bonitas e dia um de Junho foi o dia, é um dia giro, ou não?! Lembro-me do meu primeira publicação, do design inicial, da excitação dos primeiros comentários, ver as visualizações a aumentar! Foi e tem sido tão bom! Lembro-me do processo da escolha do nome e de pensar que nem um mês devia durar, dois anos depois aqui estamos.
Tem sido incrível partilhar dois anos convosco e tenho genuinamente que agradecer a todos os que lêem, comentam e apoiam, que espalham energias positivas por este espaço e que são incríveis, o meu maior genuíno agradecimento! Dois anos passaram a voar e tenho mesmo que agradecer pelo carinho de me acolherem no vosso feed. Vocês são incríveis. Dois anos, pouxa.
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