June'16

Junho costuma ser o meu mês preferido mas desta vez o mês que marca o meio do ano (como assim??) foi um pouco agridoce. Foram os dois anos do blogue, os meus quinze anos, os quinze anos da Joana (que teve direito a uma festa surpresa pelo terceiro ano seguido e continua a não suspeitar de nada, tótó!) e aos vinte do meu irmão. Foi a correria, as manhãs a dormir, as tardes com a cara nos livros, as reuniões de última hora. Foram a morte do meu telemóvel, as malas feitas e prontas para partir, as bolhas nos pés, os materiais para exame na mão e a comparação de respostas no fim. Foram Torres Novas e Ferreira do Zêzere, o rio e a piscina. As horas a andar e cantar canções que não lembram ao cego, os últimos gritos de guerra da época, as últimas correrias antes de entrar em praticável e o último nervoso miudinho. Foram as refeições ao ar livre, o Portugalgym, o sol a queimar as maçãs do rosto e as bebidas frescas que fizeram o inicio do meu verão. 

Foi o alívio pós exames, os mergulhos no rio, as brincadeiras em cima das canoas, a adrenalina dos desportos radicais. O fim das aulas, o adeus a algumas pessoas, o fim do meu primeiro bullet journal, os elogios inesperados, as noites longas, dos diys,  e das pessoas que não via há eternidades. Foi um mês de sentimentos contraditórios. Nuns dias reinava o desespero e os nervos  e nos outros dias eram calmos, tranquilos e muito felizes. Acabo Junho com ânsia pelo que vem aí, pelo tempo mais livre e pelos dias mais felizes. Porque verão é sinónimo de felicidade. Não faço a menor ideia de como vai ser Julho, mas que seja muito bom e que passe devagarinho que da próxima vez que escrever para esta rubrica já vou estar a meio das minhas férias e a fazer malas para uma nova aventura!


Fotografia da minha autoria
Após dez meses meses de uso intensivo o meu primeiro bullet journal está terminado!


Mais sobre o meu bullet aqui.

TRAVEL GUIDE: FAIAL | Peter's Café Sport

Quando há uns anos fui aos Açores  visitei algumas ilhas incluindo o Faial. Não tivemos muito tempo por lá mas vimos o essencial: O vulcão dos Capelinhos, o farol, Porto Pim, a marina e como não podia faltar, claro, o Peter's Café Sport que fica na cidade da Horta. Mas o que tem tão de especial este café? Pois bem, é um local de paragem obrigatório pelo espaço com pertences dos quatro cantos do mundo. Entre bandeiras, mensagens e lembranças dos que passaram por lá há muito para ver naquele local.

Era um local frequentado na antiguidade por ser onde se conseguia enviar sinais de vida através de cartas para outros pontos do mundo. É um complemento à visita à marina com as pinturas feitas pelos viajantes pois havia uma lenda que se não deixassem a sua marca não voltariam a casa. Há desenhos incríveis de todo o mundo, em línguas esquisitas e o sinal de que muitas pessoas passaram por lá e que deixaram pequenas obras de arte no chão ou nos muros. 

É quase inaceitável ir ao Faial e não ir beber o icónico gin tónico ao Peter's! Dizem até que se formos até à Horta e não formos a este café mundialmente conhecido (este é o original mas há também em Lisboa e no Porto) não vimos realmente a cidade. Já sabem, se estiverem por lá não hesitem em visitar nem que seja para contemplar a história de cada pertence deixado por velejadores.
Fonte




Tenho um jeito especial para colocar tudo e mais alguma coisa dentro de uma mala de viagem ou de uma mochila de acampamento. Não importa o tamanho da mala, eu arranjo sempre solução e espaço para levar o universo e mais um par de botas comigo!

Três mãos cheias.

O meu aniversário começou em Torres Novas a conversar com uma rapariga na Festa Nacional da Ginástica e com o grito de alguém a dizer "Já é meia noite" seguido da música dos parabéns em uníssono por parte das minhas colegas e de mais alguns atletas. Veio um moche, muitas mensagens dos meus amigos e familiares e um bolo. Um bolo. Com uma bailarina. Estava na pastelaria mesmo à minha espera! E distribui bolo, disse muitos obrigadas, recebi muitos abraços e beijinhos e palavras mimosas. Impagável.

Já em casa quis fazer uma pequenina comemoração com as gentes mais velhas só para assinalar a data, com direito a cheesecake (o meu aniversário não é o meu aniversário sem um cheesecake na mesa, é tradição!), crouquembouche (uma iguaria da autoria de Adriano Zumbo, quem vê MasterChef Austrália sabe o que é e podem ver o original aqui, a versão deliciosa da minha mãe está na foto  abaixo) e obviamente o segundo bolo do dia. Entre conversas descontraídas sobre os exames, os escuteiros e a ginástica o tão meu doze de Junho terminou. Não recebi muito presentes, que também era algo que eu pretendia mas tenho mesmo que destacar o livro Manual de Fotografia Escutista que foi uma autêntica surpresa, totalmente a minha cara e que me vai permitir evoluir muito! Assim que o acabar quero fazer uma review. Obrigada pelas mensagens carinhosas, tanto aqui como nas redes sociais. Assim foram festejados os meus quinze anos de vida!


DANCING SHOES | Evolução

Quando criei este blogue, em 2014, o meu principal objectivo era melhorar a minha escrita e sinto que cada vez estou mais perto do objectivo. Apesar de não escrever mais corretamente (ainda uso muitas coisas fora do acordo ortográfico que me custa horrores a implementar, baralho muito os "à" com o "há", coloco vírgulas nos locais errados, faço frases demasiado extensas e.t.c.) mas além disso o blogue deu-me ferramentas para escrever rápido, para conseguir escrever muitas palavras, para ter pensamento rápido. Tenho muito colegas que primeiro, nos testes, fazem rascunhos, eu não consigo, eu tenho uma  ideia e vou desenvolvendo já no teste. Não faço planos, simplesmente deixo as coisas fluírem e nunca correu mal.Não aguento fazer rascunhos quando escrevo à mão porque eu sou de ideias momentâneas e de pensamentos fluidos. Para além disso tenho cada vez mais capacidade argumentativa e de crítica. Eu sou de escrever rápido e de escrever o que me vem à cabeça e não de mil rocócós. É o meu estilo de escrever e com certeza que todos têm um diferente! Nos últimos dois anos não cresci só de altura, só de corpo, só de mentalidade, só de inteligência mas também cresci na escrita, quão bom é isso?!



O exame de português já está, já só falta matemática!

PortugalGym 2016

Esta foi a minha terceira participação na Festa Nacional da Ginástica e tivemos sorte que a viagem não durou muito, contrariamente às duas a que fui anteriormente, Loulé e Guimarães. A organização aproveitou o fim-de-semana prolongado para realizar o enorme evento com cerca de 4000 participantes e no geral foi bom. Não conhecia a cidade e foi giríssimo passear pelas suas ruas. Admito que Loulé, no ano passado, foi muito melhor, pelas pessoas, pela cidade em si, pelo almoço de convívio e pela gala.

Foram as praxes e uma treinadora a chamar-nos para mostrar-mos as suas alunas como era uma verdadeira praxe de ginastas (sim, nós praxamos mas em nada tem a haver com as praxes universitárias excepto, obviamente, o nome). Foram as meninas que vieram ter connosco a elogiar os nosso fatos, as trocas de usernames e de olás com outras ginastas. Foram os banhos de água quente (que não se apanha todos os dias!), as pessoas a tomar banho às duas da manhã e às sete da manhã, foi o estudar à luz da lanterna, as reuniões secretas, as fotografias artísticas, as actuações, as cantorias na rua, o ir tomar o pequeno-almoço de pijama e de meias e chinelos e ninguém te dizer nada. Foi coser o fato minutos antes de entrar porque as costuras rebentaram e o arco que se partiu - felizmente - já no final da actuação (confesso que me ia desmanchando a rir) e as cinquenta mil milhões de actuações ao som da "Dia de Folga" da Ana Moura e  foi obviamente o meu aniversário pelo meio. 

A gala foi uma desilusão na vertente que mais me apaixona, obviamente, a ginástica rítmica, e teve coisas giríssimas de acrobática como a recriação d'A Alice no País das Maravilhas de uns ginastas da Escola Secundária Almeida Garrett que estava BRUTAL, para não falar nos fatos e nos adereços que estavam incríveis e dos ginastas do GimnoFrielas que venceram Menção Diamante! Houve uma homenagem aos ginasta que este ano vão participar nos Jogos Olímpicos (nas disciplinas de Ginástica de Trampolins, Ginástica Artística Feminina e Masculina) e de todos os ex-Olímpicos, atletas, treinadores e juízos, muito bonito! Habitualmente há somente uma gala no último dia à noite onde actuam "os melhores" do país (ou então as classes e os clubes que têm nome) mas este ano houve duas pois o pavilhão não tinha espaço suficiente para todos os ginastas. Uma à noite como sempre e uma de manhã. Obviamente não temos a mesma energia e a mesma pica de manhã que temos à noite! Então eu fui à da manhã e foi uma lástima, o público estava mortinho e muitas actuação que queria ter visto que foram à noite (como rítmica individual, tumbling ou ginástica solidária) não foram de manhã. Foi uma pena e foi a pior gala a que já assisti. 

Apesar de tudo, foi bom, a organização - mais uma vez - não foi a melhor mas divertimos-nos tirámos fotografias giras e sobretudo desfrutamos do momento. Mal posso espero do evento que vem no próximo ano e espero mesmo que seja numa localidade cheia de coisas giras para fazer! Até para o ano, PortugalGym! Vais deixar imensas saudades!





Yay! It's my birthday! E já são 15!

Estou de partida, desta vez para Torres Novas para mais uma edição da Festa Nacional da Ginástica!

Este verão vou a Paris! Dicas? Sugestões? Truques? Aceito tudo!

2013-2016

Acho que devemos finalizar capítulos bons da nossa vida com um texto como um marco assim como fazemos com viagens e acontecimentos especiais e os últimos três anos merecem um marco na minha vida e no espelho dela - o blogue. Terminei as aulas do 3º Ciclo na sexta-feira, algo muito esperado desde 2013 quando entrei pelas portas de uma escola nova e diferente. Foi me imposto muita coisa, aprendi muito e fiz grandes memórias.

A Leonor de Junho de 1016 já não se vê como a miúda de Setembro de 2013. Somos pessoas muito diferentes e mudamos imenso, física e psicologicamente. Um instituto de ensino novo foi o primeiro passo para um novo eu. Para uma rapariga numa "escola de gente grande", para o meu estilo, para o meu psicológico. Fui convidada a arriscar e pus muitas inseguranças de lado. Pode parecer estranho mas o ambiente em que tenho estado nos últimos anos e o clima de aceitação de tudo no meu grupo de amigos ajudou-me a pôr o pé fora da minha zona de conforto. Andei de saia (que eu juro, era algo que eu nunca esperei vir a acontecer), mas também andei de calças de fato-de-treino e sweat e cortei muito o cabelo. O ambiente influenciou-me de uma boa maneira e por isso eu hoje sou mais Leonor e muito mais aquilo que sempre quis ser. 

Nos últimos três anos fui desafiada a saltar barreiras e a ser melhor. Tive muito boas notas e muito más notas. Tive resultados estrondosos e tive recuperações inacreditáveis. Aprendi a estudar e fui basicamente obrigada a isso. Não foi nada fácil adaptar-me a este regime muito mais difícil. Mas adaptei-me e sobrevivi para contar a história. Tive professoras detestáveis e tive professoras que me marcaram. E um gigante obrigada a elas por para além de me ensinarem matérias me ensinarem a ser melhor pessoa e por nos ajudarem e por estarem sempre dispostas não a tornar-nos grandes cérebros mas sim grandes cidadãos do mundo.  

Aos meus amigos e colegas que nunca me deixaram sozinha, que me consolaram depois dos raspanetes, que reclamaram comigo e que celebraram as minha vitórias, e eu as deles. Cheguei àquele local com duas amigas e multipliquei várias vezes este número. Conheci amigos que espero que sejam para a vida! Fizemos muita parvoíce, rimos quando não devíamos, organizá-mos presentes, festas e surpresas e fizeram me rir muitas vezes. Vamos seguir caminhos diferentes e talvez os corredores do nosso quotidiano não se cruzem e por isso merecem um grande agradecimento. Parabéns às pessoas que se sentaram ao meu lado e me aturaram com a minha cara de sono pela manhã, com as minhas reclamações e com os meus dilemas e alegrias, estou extremamente grata por todos vocês terem dado o vosso contributo para a rapariga que sou hoje. Obrigada pelas piadas, pelos jogos de voleibol a toda a hora, pelos sorrisos, pelas piadas parvas, pelas fotos com caras engraçadas pelos abraços, pelo ambiente familiar e pelo The Lunch Club. Conheci, reconheci e fortaleci amizades que espero que nunca se desvaneçam. No inicio éramos estranhos, pessoas que se olhavam de lado e que se julgavam sem conhecerem e que se tornaram companheiros de dias impossíveis e de matérias intragáveis mas também de dias solarengos. Foram os papéizinhos trocados, as opiniões e sugestões de filmes e séries e os livros partilhados de mão dada com as private jokes mais tótós e as piadas sem piada. Criei amizades que não só estão presentes no interior do recinto escolar mas também no seu exterior. Fiz amizades que foram capazes de marcar presença em momentos muito importantes da minha vida e eu nas deles e isto é impagável. E aos meus pais e ao meu irmão por toda a motivação e apoio dado a toda a hora.

Se tudo correr como planeado, continuarei no mesmo estabelecimento de ensino mas numa turma nova, num ciclo novo onde tudo vai ser diferente e em que vai ser tudo a matar. É algo que esperava à muito tempo (livrar-me de fisico-química e matemática!!!!) e vou finalmente poder focar-me naquilo que realmente me apaixona - a História e as línguas -  e começar a traçar o meu futuro. As coisas ainda se vão dificultar mais mas é algo que quero à tanto! Dizem que vem aí uma das melhores etapas da minha vida e espero mesmo que assim seja!

Os últimos três anos foram extremamente importantes para a formação da minha pessoa. Aprendi do que gostava, do que não gostava, do que queria, do que não queria. Tive grandes experiências, fiz figuras tristes, superei medos e fiz coisas das quais não me orgulho. Os últimos anos não foram fáceis mas foram feitos com sucesso e com aprendizagens para além das que vêm escritas nos livros. Há quem conclua o secundário, há quem conclua a faculdade, eu conclui o terceiro ciclo (faltam só os exames) e isto precisava de um marco, aparentemente um enorme marco. Obrigada a todos. Mesmo.


DANCING SHOES | Dois Anos

Dois anos. Como assim?! Foi neste dia em 2014 que criei o primeiro Dancing Shoes e este sendo o segundo capítulo faz todo o sentido ser a completa continuação do outro. Muito aconteceu, muito relatei, muito partilhei e muito registei para sempre. Hoje sopramos duas velas. Duas velas sempre a crescer entre tudo o que mais me apaixona, que seja o desporto ou os sítios que visito. Aqui relatei momentos muito importantes dos últimos dois anos que guardo para sempre e que adoro rever sempre que possível.

Lembro-me perfeitamente do impulso que me deu para criar o Dancing Shoes. Tinha um blogue com uma amiga mas não me agradava e então disse adeus àquele projecto e pensei que gostava de datas bonitas para coisas bonitas e dia um de Junho foi o dia, é um dia giro, ou não?! Lembro-me do meu primeira publicação, do design inicial, da excitação dos primeiros comentários, ver as visualizações a aumentar! Foi e tem sido tão bom! Lembro-me do processo da escolha do nome e de pensar que nem um mês devia durar, dois anos depois aqui estamos.

Tem sido incrível partilhar dois anos convosco e tenho genuinamente que agradecer a todos os que lêem, comentam e apoiam, que espalham energias positivas por este espaço e que são incríveis, o meu maior genuíno agradecimento! Dois anos passaram a voar e tenho mesmo que agradecer pelo carinho de me acolherem no vosso feed. Vocês são incríveis. Dois anos, pouxa.

May'16

Gosto particularmente de Maio pelo cheirinho a reta final assim como pelas flores de mil e uma cores a desabrocharem. Apesar do tempo instável, houve projectos a sair do papel. Foi um mês de muitos planos, de mangas arregaçadas e de últimas avaliações. Foi a descontracção e as semanas a abarrotar de afazeres. Foi finalmente o mês em que pude ver o meu irmão em palco. Em Maio não me pouparam elogios, fui a sítios giros e tirei muitas fotografias. Foi o mês do jantar de turma e dos treinos intensivos. Caracterizo o quinto mês do ano (já?! Como assim?!) como um mês de sítios bonitos, de boa comida e de boas companhias. Dos saraus e das peças de roupa fora da minha zona de conforto. Dos reencontros, dos pequenos almoços tardios, dos almoços até à hora de jantar e de muita gratidão. O mês dos presentes inesperados e fora de horas e das recordações. 

Se me já a acompanham à uns tempos sabem que Junho é o mês preferido. Pelo meu aniversário, do meu irmão, do blogue e de uma amiga especial, pelo final das aulas, pelo início do verão, pelo PortugalGym, pelo acampamento. Isto mesmo tendo exames pelo meio. Pelos saraus e pelos dias solarengos. Mesmo que vá passar algum tempo de cara nos livros, Junho promete mas este também vai exigir muito esforço, dedicação e planeamento da minha parte, mal posso esperar!


"Isso é tão tu!"

All Star - Por serem super confortáveis, super clássicos e por conjugarem bem com tudo. Ando quase sempre com eles e são os meninos dos meus olhos. Para ser honesta, acho que têm o design mais bonito que qualquer outras sapatilhas e são ténis de guerra (como lhes chamo) aguentam tudo (ou quase).

Saias rodadas - Eu adoro andar de saia, se pudesse e tivesse mais até que andava todos os dias com elas. Tenho uma paixão especial por saias rodadas. Porque ficam mesmo bem no meu corpo, por serem giríssimas, estarem super in, não terem um aspecto antiquado e darem para todas as ocasiões. Conto com duas que amo de coração e dois vestidos com o mesmo tipo de saia que confesso que acho que me favorecem imenso.

As peças vintage - Amo "roubar" coisas antigas à minha mãe toda a gente fica espantada quando digo que os meus óculos de Sol são do século passado, assim como as calças que agora se chamam mom's jeans (literalmente!) e que mal posso esperar por a usar e ainda a mala incrível que tem mais de quarenta anos, que veio do continente africano e que tem sido excelentemente bem preservada e a minha companhia nas pequenas saídas. Ou então a sweater cinzenta parceira dos dias mais invernosos e que foi tricotada pela minha mãe à vinte anos e que me serve agora? Quem diria? O velho é o novo novo e isso é tão brutal!

Harry Potter - como assumida fã que sou não me podia faltar peças que gritam pela melhor saga de sempre por todo o lado. Os colares (que quase nunca dispenso), a sweat que me ofereceram no ano passado, o cachecol dos Gryffindor. Adoro!

Calças dobradas - Quase toda a gente tem o mesmo problema ao comprar calças: ficam bem num sítio e largar/apertadas/compridas/curtas noutro. Eu não sou excepção e costumo arregaçar as calças para que estas não fiquem com um aspecto estranho e e para parecer mesmo skinny. Faço-o sempre e acabou por se tornar a minha imagem de marca. Leonor sem calças dobradas não é Leonor com certeza!

Clássico -  Adoro o estilo clássico e por isso tento adaptá-lo à minha pessoa o mais possível. Pelos mocassins, as calças às riscas (que estou apaixonada e que as podem ver aqui), os tops rendados e flowy, os padrões florais, o corte de cabelo reto. Se eu não me resguardasse nas sweats confortáveis até que podia te rum estilo icónico, just kidding.


VIAGENS | Lisboa viva, viva Lisboa

Há uns anos eu jurava que Lisboa iria morrer. Montes de lojas a fechar, por vezes não se via ninguém nas ruas e eu cheguei a pensar que a nossa tão velha e querida Lisboa estivesse morta morrida matada prestes a ser enterrada.  Algumas das ruas mais conhecidas estavam às moscas. Mas de à uns tempos para cá Lisboa renasceu das cinzas. O turismo aumentou e isto favoreceu muito o nosso comércio. Cada vez há mais lojas de souvenirs, lojinhas à moda antiga e bem típicas, recantos com conceitos originais, comida artesanal, novas dinâmicas, novos sítios para visitar. Amo ver tuk-tuks às dezenas a passar de um lado para o outro cheinhos de pessoas à descoberta da capital. Fila para os pastéis de Belém ou para o elétrico. Adoro ver as pessoas a falarem em variadíssimos idiomas que até eu desconheço e passar por tours em línguas estrangeiras. Conheço quem deteste mas eu adoro o som das malas de viagem com rodinhas a subir a belíssima e tão nossa calçada portuguesa. Adoro ver pessoas de queixo caído com as nossas estátuas e monumentos e impressionadas pela nossa História. Lisboa reanimou e abriram novos espaços, e hoje a nossa capital é um ponto de interesse no mundo. Quando falo com estrangeiros adoro saber se estão a gostar, todos me responderam que sim e que tudo é muito bonito. Como não transbordar de orgulho? Gosto de ver Lisboa assim, jovem e cheia de vida, muito dinâmica e com pernas para andar. Assim sim.

Fotografia da minha autoria

TRAVEL GUIDE: LISBOA | Lisbon Story Centre

Não amei loucamente o Lisbon Story Centre mas também não desiludiu. Logo verão porquê. No meio da algazarra que havia no Terreiro do Paço por causa do Dia Paralímpico lá fomos - na nossa visita mensal a locais giros - ao Lisbon Story Centre. Facílimo de identificar não fossem os cartazes enormes! Fomos bem recebidos e eu paguei só três euros por ter menos de quinze anos.

 Foi nos dado um áudio guia que não precisávamos de clicar em números para ouvir algo sobre o que víamos, este era tipo GPS e mal chegasse a um local começava a dar. Eram muitos os sítios de paragem e achei os textos que diziam mesmo muito longos ao ponto de se tornar um pouco massador, confesso que achava que havia mais coisas interactivas e não só vídeos, caravelas, bonecos de cera - que confesso que me assustam um bocadinho - e outras tantas coisas como a imitação de uma passarola. A parte inicial não me cativou por não ser grande fã da História dos primeiros povos a habitar na península ibérica e em especial em Lisboa mas tornou-se cada vez mais interessantes a partir dos Descobrimentos e do terramoto de 1755 em que é exibido um filme giro em que se reconstituem os factos. A última parte foi talvez a minha preferidas, o Terreiro do Paço desde que existe até aos dias de hoje, sendo literalmente uma praça do comércio, cais de desembarque e... - o que mais me faz rir - um parque de estacionamento. É interessante mas acho que podia estar mais completo não fiquei muito entusiasmada ao ficar uns minutos a olhar para uma parede enquanto falavam nos auscultadores. Achei a ideia de os audio guias não terem que ser comandados por nós mesmo gira e deu imenso jeito no entanto não em vejo a visitar este espaço brevemente.


EAT&DRINK | Tartine

Depois de três das minhas bloggers preferidas (aka Carolina, Sara e Inês )  falarem do espaço e de publicarem fotografias de fazer água na boca eu tive que ansiar pela minha vez de pôr os pezinhos no Tartine. O dito cujo fica no Chiado e é fácil localizar, o espaço é amplo e giro com uma decoração que é um amor. É um sítio mesmo fofinho que faz mesmo querer sentar para tomar algo. Os empregados são rápidos, simpáticos e gentis e achei um piadão a todos vestirem camisas ao xadrez!

 E a comida? Tenho imeeenso para falar da comida! Primeiramente, as bebidas: eu pedi uma limonada e a minha companhia pediu um sumo do dia. A limonada na minha opinião estava bem ácida (tinha zero açúcar) mas não me custou nadinha pedir um pacotinho e aí ficou mais agradável. É compreensível que não ponham açúcar, antes a menos que a mais! Já o sumo do dia era sumo de goiaba e mais uns frutos tropicais, adorei, era óptimo, fresquinho e o sabor não era em lado nenhum artificial. Já nas comidas, eu pedi um pão de Deus que não comia aos anos e que era o meu favorito em criança com queijo e fiambre no interior (três fatias de cada, coisa pouca) e a minha companhia pediu um croissant folhado de queijo, adorei o croissant, amanteigado e folhado tal como eu gosto. Já na parte da padaria pedimos dois bolos para levar, um mil folhas que apesar de saboroso se veio tornar enjoativo, e um palmier recheado que mesmo sendo uma valente bomba estava maravilhoso.

O preço foi simpático para tudo o que comemos.  Foi bastante agradável apesar de estar cheio depois de uma grande caminhada por ruas lisboetas. Posso caracterizá-lo como o local onde podemos dizer que a melhor rede social é uma mesa com alguém à frente, estava toda a gente a rir e a conversar e poucos eram os que deslizavam os dedos nos ecrãs. Gostei muito e adoraria voltar para experimentar as tartes que vi passar já de prato à frente com um aspecto incrível! Recomendo!



Se não sabem o que oferecer no meu aniversário comecem a fazer uma vaquinha e ofereçam-me a Stardivarius TODA [em especial a incrível parte da decoração]!

BEAUTY | EyeLiner Master Precise da Maybelline

Para que conste, eu não utilizo maquilhagem no dia-a-dia, somente quando tenho apresentações de ginástica. Há um ou dois anos necessitei de comprar um eyeliner porque dá um aspecto muito mais bonito ao olhar e após esta longa experiência eu tomei a decisão de vos mostrar o eyeliner que anda de mãos dadas com o glitter que colocamos nas pálpebras.

Para além de ser relativamente barato e de se vender em qualquer supermercado, este drug store product  é uma caneta de delinear que desliza com facilidade. Como o nome indica é bem precisa e tem uma ponta muito fininha para resolver pequenos estragos. É bastante fácil de utilizar e desliza super suavemente sobre a pálpebra. É bem preto e apesar de por vezes escorregar a caneta das mãos é fácil de limpar e dura horas (muitas muitas mesmo e aguenta suor e muitas coisas do género após estar seco). Prefiro-o mil vezes aos lápis, aos eyeliners líquidos e aos em gel. Já experimentei também um da Benefit que esteve muito em alta e não gostei da textura. Basta praticar e primeiro estranha-se mas depois entranha-se e comparado com o outro eyeliner em caneta que tenho (da Mary Kay) que até foi mais caro, nem lhe chega aos calcanhares. o dito cujo é super aquoso e não fica com uma cor uniforme.

 Portanto, apesar de ter muito pouca prática e conhecimento no mundo da maquilhagem, sem dúvida que recomendo o Eye Liner Master Precise da Maybelline. É o meu companheiro para onde quer que vá actuar e nunca me desilude!